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domingo, 8 de abril de 2018

SP: Nova associada: Fabiana Gutierrez

FABIANA GUTIERREZ

1) Fale um pouco sobre o começo do seu trabalho com LIJ.
Sempre gostei muito de ler e escrever mas não imaginava que um dia poderia me tornar escritora. Através do trabalho que desenvolvemos em Carlotas, passei a escrever diversos contos e perfis de personagens e, a partir daí, pensar em histórias mais extensas. Clara nasceu em 2015 mas ficou na gaveta por dois anos até encontrarmos uma editora que entendesse a proposta e a abrangência que os personagens de Carlotas têm. Clara Cabelo Laranja é o primeiro e já tenho outros prontos para lançar.

2) Três livros seus para quem não te conhece.
"Clara Cabelo Laranja" (Cria Editora) é o primeiro que lancei em dezembro de 2017.
  
3) Quais os seus planos para os próximos cinco anos?
Quero lançar diversos outros livros que ajudem nas reflexões sobre Diversidade, Respeito e Empatia, que é a missão de Carlotas. Trazer a literatura como parte dessa conversa é importante, não apenas para ajudar a ampliar o diálogo sobre esses temas, mas para reforçar a importância da educação na transformação social do país. 

Mais informações em 

Foto: Anne Kaiser

segunda-feira, 17 de julho de 2017

SP: Novo associado: João Paulo Hergesel

JOÃO PAULO HERGESEL

1) Fale um pouco sobre o começo do seu trabalho com LIJ.
Sou um curioso nato. Gosto muito de experimentar. E foi experimentando romances juvenis durante a adolescência que senti algo despertando em mim: era a necessidade de dialogar com pessoas da minha idade. Conforme fui ficando mais velho, veio a vontade de falar com os que eram mais novos. E assim me tornei um adulto que passa mais tempo no universo infantojuvenil do que naquele em que a sociedade espera que eu viva.

2) Três livros seus para quem não te conhece.
O primeiro certamente é Anilina, ziguezague e Désirée (Editora Patuá, 2011), que foi o meu marco inicial. Trata-se de uma antologia de contos juvenis que reúne desde histórias de ficção realista (o garoto que odeia o próprio nome; a garota que se apaixona pela própria sombra; o rapaz que desconhece a cor dos próprios olhos) a realismo mágico (o mimeógrafo com depressão; o gato que preside uma empresa; a personagem que sai do livro para brigar com o autor).
O segundo é Um gato caolho do rabo comprido (Jogo de Palavras, 2013), com seis contos infantojuvenis que ganharam prêmio pelo conjunto. São releituras de contos de fadas clássicos narradas pela visão caolha de um gato de rua: um patinho lindo que faz de tudo para conquistar sua grande paixão; três cachinhos dourados que precisam se livrar de um urso malvado; carros alegóricos de soldadinho e bailarina que querem desfilar juntos no carnaval; dentre outros episódios.
O terceiro é a minha obra mais recente, Como calar a boca de um dragão (Jogo de Palavras, 2017). Premiada no Concurso Monteiro Lobato de Contos Infantis em 2012, é a história de uma princesa adolescente que se aborrece com os resmungos do dragão que mora nos fundos do palácio e tenta encontrar uma forma de acabar com isso. Publicar essa obra foi tarefa difícil: precisei fazer edições em ilustrações de domínio público, com traço a lápis, em preto e branco – foi o caminho encontrado para viabilizar uma publicação independente sem que o preço final do produto ficasse inacessível.
  
3) Quais os seus planos para os próximos cinco anos?
Estou com um livro em editoração, Criaturas de Linguagem (Fragmentos, 2017?), e organizando uma antologia com outros cinco escritores paulistas de até 25 anos de idade, O parque (Jogo de Palavras, 2017?). Também segue em andamento o projeto Garoto com Gato, patrocinado pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, que resultará em um romance juvenil inédito, ainda sem título definido. Tenho me arriscado também na produção de roteiros, tendo criado alguns curtas-metragens e uma série juvenil chamada RevoltZ, exclusivamente para a produtora Telemilênio, que me permitiu colaborar na roteirização de algumas webséries. Sigo apresentando originais a editoras, participando de concursos literários e fechando parcerias para produções independentes, além de expandir meu projeto de realizar encontros literários gratuitos em escolas públicas. Ah, e também desejo terminar o doutorado!

Mais informações em http://escritorjp.blogspot.com.br/

Foto: Rafaela Lopes

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

terça-feira, 1 de novembro de 2016

SP: LeituraMAIS - 3º encontro em São Paulo


LeituraMAIS - Contos de Fadas e Folclore

Uma parceria entre o SESI-SP e a Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil – AEILIJ que promove a série de três encontros com convidados especialistas. No terceiro encontro, os nossos convidados irão discutir a literatura como herdeira dos mitos e contos de fadas, o texto e intertexto na leitura dos contos populares, e as propostas para fruição da leitura de contos folclóricos com crianças e jovens.

Público-alvo: professores, bibliotecários, autores, pais e demais interessados em literatura.

Mesa de debate, 120 min
Coordenação: Penélope Martins | Curadoria: Rosana Rios | Palestrantes: Marco Haurélio, Ilan Brenman e Silvia Oberg



Marco Haurélio (1974) nascido em Ponta da Serra, na Bahia, desde cedo travou contato com a cultura espontânea e com as histórias tradicionais narradas pela avó Luzia. Dessa experiência nasceram os livros Contos folclóricos brasileiros (2010), Contos e Fábulas do Brasil (2011) e Lá detrás daquela serra (2013). Cursou Letras na Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Campus VI - Caetité. Coordenador, pela editora Nova Alexandria, da Coleção Clássicos em Cordel, para a qual adaptou O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas, que lhe rendeu Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel 2010, do Ministério da Cultura. É colaborador do Centro de Estudos Ataíde Oliveira, da Universidade do Algarve, Faro, Portugal. Desde 2010, é curador do tradicional Cordel da Cortez. Marco já representou o Brasil no Encontro Internacional de Poetas, ocorrido em Assunción, Paraguai. Vários de seus livros foram selecionados por programas de governo, como o PNBE, do Ministério da Educação, Apoio ao Saber e Salas de Leitura, do Estado de São Paulo, Minha Biblioteca, da prefeitura paulistana, Leitura para a Cidadania (Paulus Editora), Itaú Social e para composição do acervo da Biblioteca Nacional. No momento, atua como consultor e autor dos cordéis da telenovela Velho Chico, da Rede Globo de Televisão.


Ilan Brenman (1973) nasceu em Israel e se mudou, ainda garoto, para São Paulo. Desde cedo, descobriu sua habilidade para encantar crianças e adultos contando histórias e atualmente é um dos autores mais reconhecidos por seu trabalho na literatura para infância. É psicólogo formado pela Pontifícia Universidade Católica - PUC São Paulo, mestre e doutor em Educação pela Universidade de São Paulo. Atuou na Fundação Abrinq formando educadores, também como consultor em diversos projetos para formação de leitores e humanização hospitalar. Publicou mais de 60 títulos de literatura para infância; tem diversos títulos que receberam selo de ‘altamente recomendável’ pela Fundação Nacional do Livro Infanto Juvenil, por onde recebeu três prêmios pelos livros O Alvo, 14 Pérolas da Índia, e Telefone Sem Fio. Seus livros também estão presentes em outros países, como França, Bélgica, China, Coreia. Brenman compartilha suas reflexões em sua coluna da Revista Crescer, mensalmente, e nos dois boletins semanais sobre literatura e educação na Rádio CBN.


Silvia Oberg (1956) graduada em Letras Pontifícia Universidade Católica - PUC Campinas e doutorada em Ciência da Informação pela Escola de Comunicação e Artes – ECA da UniversidadeSão Paulo – USP, com pesquisa na área de Literatura, Leitura, Cultura e Educação.Trabalhou na Biblioteca Moneiro Lobato (Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo), integrando a equipe responsável pela Bibliografia Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil, publicação que documenta e resenha a produção editorial na área de literatura para crianças e jovens. Foi jurada em diferentes edições do Prêmio Barco a Vapor de Literatura Infantil e Juvenil, coordenadora do Prêmio Saraiva de Literatura Infantil e Juvenil, além de colaboradora da Revista Emília, Revista Crescer e da Revista Nova Escola, com coluna mensal dedicada à literatura juvenil. Professora colaboradora da disciplina Livros Infantis e Juvenis, do curso de Editoração da Escola de Comunicações e Artes da USP.


Rosana Rios (1955) é arte-educadora e foi roteirista de programas infantis na TV por 11 anos. Desde 1988 publica obras para crianças e jovens, tendo alcançado a marca de 150 títulos publicados e recebido várias premiações, como o Prêmio Cidade de Belo Horizonte, o Nestlé de Literatura, duas indicações ao Jabuti com obras juvenis e várias distinções da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - FNLIJ, como o Prêmio Orígenes Lessa de Melhor Livro para o Jovem, em 2016. É pesquisadora de Mitologia e Contos de Fadas e membro do Conselho da AEILIJ.


Penélope Martins, autora com títulos publicados em prosa e poesia, e que também carrega bagagem como advogada especializada em direitos humanos, dedicou-se ao trabalho de narradora de histórias a partir de 2005, desenvolvendo próprios com foco em cidadania e desenvolvimento humano; posteriormente idealizadora de projetos maiores de narração com intuito de criar diálogos entre países de língua portuguesa (Projeto Mar de Palavras).

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

SP: A narração de história encanta para a leitura?


Quem não esteve presente ao segundo encontro do LeituraMAIS, parceria da AEILIJ com o SESI-SP, pode agora acompanhar o vídeo da conversa.

Nossos agradecimentos para Penélope Martins, Susana Ventura, Roberta Asse, Daniel Munduruku, Rosana Rios e SESI-SP por tornarem o evento o sucesso que foi.



Foto de Ricardo Ramos Filho.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

SP: LeituraMAIS - 2º Encontro




2º Encontro LeituraMAIS

25 de outubro de 2016 (terça-feira), das 19h00 às 21h00 – Mezanino do SESI – Av. Paulista

Mesa “A narração de história encanta para a leitura?” – Debate entre autores e mediadores de leitura, abordando:
* Narração de histórias
* Tradição oral e o objeto livro
* A necessidade humana de expressão
* Diálogos possíveis; objetivos e estratégias que conduzem o trabalho do narrador.

Público visado: professores, bibliotecários, autores, pais e demais interessados em literatura.

Participantes da mesa: Roberta Asse, Susana Ventura e Daniel Munduruku. Mediadora: Penélope Martins

ENTRADA GRATUITA - RESERVAS ANTECIPADAS (Leia o banner para saber como proceder.)

terça-feira, 13 de setembro de 2016

SP: Nova associada: Silvana Salerno

SILVANA SALERNO

1) Fale um pouco sobre o começo do seu trabalho com LIJ.
A magia da literatura sempre fez parte do meu universo. Desde pequena, adorava inventar histórias e lia muito, de modo que o mundo da imaginação permeou minha infância e continua permeando minha vida. Tenho 20 livros publicados – 19 no Brasil e um no Chile – e estou sempre em contato com a criançada. Hoje mesmo inaugurei a VIII Semana de Literatura da EMEF Maria Berenice para falar com as crianças do segundo ano que leram África: Contos do rio, da selva e da savana. Uma alegria daquelas! Escrevo obras da imaginação e da emoção, como Serelepe: A história da amizade entre um menino e um esquilo. Como o nome diz, trata da amizade, da dificuldade de entrosamento para quem muda de cidade e de escola, e de acolhimento. Curto muito as mitologias. Escrevi A saga de Hércules para contar a vida desse grande herói desde o seu nascimento e fiz as adaptações A Ilíada e a Guerra de Troia e A Odisseia. Eu me tornei escritora meio sem pensar, foi acontecendo. As artes são muito fortes na minha vida: fui dançarina, participei de um ateliê de artes por 7 anos, curto música, cinema e teatro e incorporo isso nos meus livros. A arte é a linguagem da criança e é a minha linguagem.

2) Três livros seus para quem não te conhece.
1. Viagem pelo Brasil em 52 histórias (Cia. das Letrinhas) - Meu livro mais premiado, traz os recontos da literatura oral e histórias que criei para mitos como a bruxa de Santa Catarina, a princesa que foi encantada em Jericoacoara, Iemanjá, o saci, o capeta etc.
2. Qual é o seu Norte? (Cia. das Letrinhas) - Almanaque com histórias da Amazônia é composto de histórias pouco conhecidas, que coletei no oeste do Amazonas, no Amapá e Pará do índios ticuna, oiampi... Criei uma história para falar sobre a vida dos ribeirinhos que ainda dependem do regatão, escrevi sobre a vida do Chico Mendes e das comunidades que vivendo da floresta sem desmatá-la e de toda a magnífica diversidade da floresta. Este livro é minha declaração de amor à Amazônia.
3. Histórias da América Latina (Planeta) - Uma história para cada um dos 21 países e um ilustrador diferente para cada uma, um resultado muito bom! Viajei muito, ouvi muitas histórias e pesquisei bastante antes de escrever, começando pela Argentina e terminando no México, passando por Cuba e Haiti. Universos diferentes e semelhantes ao mesmo tempo, pois a emoção é a mesma.  

3) Quais os seus planos para os próximos cinco anos?
Escrever muito! Tenho em rascunho vários livros para concluir – livros do mundo da imaginação e da magia. Alguns estão quase concluídos, outros devem ser publicados em 2017. Adoro escrever, interagir com o leitor, dialogar com ele. Os livros que escrevo são para a criança mas não são infantilizados, têm linguagem normal, e podem ser lidos por qualquer idade. Escrevo livros que o adulto pode ler – como acontece – e curtir. E os ilustradores são grandes parceiros que enriquecem incrivelmente a obra, conversando esteticamente com o texto.


Foto: Diego Rodrigues

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

SP: Fotos do LeituraMAIS: Mediação em Ação

Foi bom demais. A galera compareceu e o assunto foi lindamente abordado com exemplos de mediação de sucesso. A Penélope trouxe a visão do contador de histórias e nos mostrou cases bem sucedidos, o Luis apresentou a ótica do oficineiro e criticou a mediação imposta e unilateral. A Márcia nos falou sobre a preocupação do editor e a sobre as diferentes vozes ouvidas na narrativa. Tudo sob a batuta da excelente mediadora Rosana, que levantou pontos interessantes para a discussão, como, por exemplo, a mediação da Emília quando a Dona Benta contou a história de Dom Quixote. Houve espaço para perguntas e esclarecimentos. Falamos sobre adaptações, sobre a dificuldade de se formar leitores e sobre a busca de soluções. 
Foi completo. Foi lindo. 
Viva a LIJ!









terça-feira, 9 de agosto de 2016

SP: LeituraMAIS - 1º Encontro


Mais que um projeto, o LeituraMAIS é um movimento, uma tentativa de agitação cultural. A proposta é reunir autores, educadores e interessados em literatura dedicada à infância e à juventude para debater temas que abrangem as várias vertentes da Leitura Literária.

1º Encontro LeituraMAIS

23 de agosto de 2016 (terça-feira), das 19h00 às 21h00 – Mezanino do SESI – Av. Paulista

Mesa “Mediação em Ação” – Debate entre autores e mediadores de leitura, abordando:
* A importância da mediação de leitura entre crianças e jovens
* Dicas e técnicas para uma eficaz mediação
* Especificidade de trabalhos em sala de aula, bibliotecas, feiras do livro...

Público visado: professores, bibliotecários, autores, pais e demais interessados em literatura.

Participantes da mesa: Márcia Leite, Penélope Martins e Luiz Bras. Mediadora: Rosana Rios

Márcia Leite escreve para crianças e jovens há mais de 25 anos, atuando na área educacional, principalmente voltada para Línguas e Ensino de Literatura. De 2011 em diante, Márcia também tem se dedicado ao trabalho de edição no selo Pulo do Gato, com especial enfoque para livros para leitores em formação e formadores de leitores. Tanto como autora quanto como editora, Márcia tem recebido reconhecimentos importantes como os Prêmios Nestlé de Literatura Brasileira, Açorianos e selo Altamente Recomendável da FNLIJ, além de duas indicações ao Jabuti na categoria Literatura Infantil.

Penélope Martins, inicialmente atuante na advocacia, com especialização em direitos humanos, dedicou-se ao trabalho de narradora de histórias a partir de2005, desenvolvendo próprios com foco em cidadania e desenvolvimento humano. Posteriormente, abarcou projetos maiores de narração criando diálogos entre Brasil e Portugal: seu Projeto Mar de Palavras traz um olhar para a contemporânea literatura para infância em Língua Portuguesa. Desde 2011 também se dedica à escrita de literatura para infância, com títulos que englobam prosa e poesia.

Luiz Bras nasceu em 1968, em Cobra Norato, pequena cidade da mítica Terra Brasilis. É escritor e coordenador de oficinas de criação literária. Na infância, ouvia vozes misteriosas que lhe contavam histórias secretas. Principais romances: Babel Hotel (finalista do prêmio Jabuti), Sonho, sombras e super-heróis, Sozinho no deserto extremo e Distrito federal. Pela SESI-SP Editora publicou: Ventania Brava, Vítor, o invisível, entre outros.

Rosana Rios é arte-educadora e foi roteirista de programas infantis na TV por 11 anos. Desde 1988 publica obras para crianças e jovens, tendo alcançado a marca de 150 títulos publicados e recebido premiações como o Prêmio Cidade de Belo Horizonte, o Nestlé de Literatura, duas indicações ao Jabuti e várias distinções da FNLIJ, inclusive o Prêmio Orígenes Lessa – Melhor Livro para o Jovem, em 2016. É pesquisadora de Mitologia e Contos de Fadas e membro do Conselho da AEILIJ.

SP: LeituraMAIS - Release


Descrição:
Mais que um mero projeto, o LeituraMAIS é um movimento da AEILIJ – Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil –, para uma tentativa de agitação cultural.

Nossa proposta é realizar pelo Brasil muitos encontros com autores, educadores, pais, e demais interessados em Literatura para a infância e a juventude, aproveitando parcerias já existentes e criando novas, e marcar a ideia: sem leitura não há cultura. O movimento, embora ambicioso, pode começar modestamente, agregando os membros da AEILIJ de todas as regionais e trazendo aos eventos convidados indicados pelos parceiros, desde que haja afinidade com nossos objetivos.

Objetivos:
* Promover, divulgar e pensar a LEITURA LITERÁRIA.
* Estimular o debate sobre os muitos temas ligados à grande questão da LEITURA.
* Expandir os horizontes da LEITURA para outras plataformas, como áudio, vídeo, imagem.
* Colaborar para a formação/capacitação de mediadores de leitura, dentro e fora da escola.
* Recuperar e compreender a abrangência das tradições orais, acervo de histórias.
* Estimular a produção de material escrito sobre os temas abordados.

Estratégia: criação e desenvolvimento de eventos periódicos:
1 → Encontros de profissionais do Livro: escritores, ilustradores, editores, livreiros, narradores, mediadores de leitura, agentes pioneiros em ações de Leitura...
2 → Debates sobre temas importantes relacionados à questão da Leitura.
3 → Palestras/Mesas – foco na capacitação de mediadores de leitura/ professores/ bibliotecários.
4 → Oficinas – de Texto / Ilustração / Design / Narração de histórias etc.
5 → Tardes de autógrafos em livrarias, colégios e outros espaços que nos acolham para venda de livros, leituras de trechos etc.

Acreditamos que é preciso difundir ainda mais a importância da LEITURA e marcar nossa atuação como artistas e pensadores da Palavra e da Imagem, junto à sociedade, ao mundo editorial e às instituições de educação, para a maior valorização dos profissionais da área.

LeituraMAIS – pela valorização do Livro e do Autor de LIJ!

domingo, 6 de dezembro de 2015

SP: Lançamento de "Estevão, o desconectado", de Vivian Saad


Lançamento do livro Estevão, o desconectado, de Vivian Saad, pela Editora Hyria.

Data e local: 12/12/2015, às 16hs,  na Livraria Cultura, do Shopping Market Place, São Paulo.

Maiores informações:
http://www.ehyria.com.br/lancamentos
http://www.ehyria.com.br/estevao-o-desconectado

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

SP: Pé de meia literário - Quem lê escolhe

QUEM LÊ ESCOLHE 

Dia desses, na edição de 15 de agosto do Caderno 2, do jornal O Estado de São Paulo abordou um tema espinhoso, raramente tratado pela grande mídia e quase nunca discutido entre nós: a escolha e compra centralizadas de livros para acervos de instituições culturais ou educacionais. Nessa matéria citada, a jornalista Maria Fernanda Rodrigues abordou a escolha e a compra de livros feitas pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e questionou o então secretário da cultura do município da capital paulista sobre o fato de apenas quatro editoras terem sido favorecidas pela compra. Lá não houve, como aqui não haverá, questionamentos quanto à qualidade dos livros comprados.São todos produtos de qualidade, como são os milhares que ficaram fora da escolha e compraJá tratei desse tema outras vezes, em palestras ou em textos escritos para minha coluna bissexta PÉ DE MEIA LITERÁRIO e uma vez para o boletim informativo da AEILIJ. É assunto escamoso, espinhento, delicado e OCULTO. Insisto nos mesmos argumentos de sempre. Vamos a alguns deles. A escolha e compra centralizada, feitas por “escolhidos e superdotados seres mais qualificados do que os outros”, ignoram os interesses e dos futuros possíveis leitores. Puxam para si, a responsabilidade de fazer uma escolha melhor do que aquela que por ventura fariam os leitores. São especialistas, entendem do assunto e sabem o que estão fazendo. Os leitores aprenderão com o tempo, imaginam. Engano: aprendemos a nadar, no diálogo com a água, nos lembra a filosofa Marilena Chauí. Aprendemos a escrever, escrevendo, nos recorda qualquer pedagogo. Certamente, aprenderemos a escolher, escolhendo; da mesma forma que aprendemos a ler, lendo. Elementar.Este tipo de atitude vem acontecendo há tempos. São posturas paternalistas, em um primeiro momento, repetidas em todas as compras governamentais. Os governantes escolhem um grupo de “especialistas” e dão a esse grupo o poder de escolher o que outras pessoas vão ler. E, claro, são bem pagos para praticar esse trabalho. Nossas escolas públicas, todas, quase sem exceção, recebem acervos escolhidos e comprados de modo centralizado, sem nunca terem podido indicar um livro sequer para o acervo com o qual deverão trabalhar e formar leitores. Tiram desses mediadores de leitura e futuros leitores o direito de aprenderem a formar o seu gosto, o direito de errarem por conta própria e de acertarem do seu jeito. A eles é negada a formação autônoma. Além disso, essas escolhas centralizadas direcionam o gosto e apontam o caminho a seguir. Se não for seguindo a lição apontada nas escolhas, o caminho não deve ser seguido. É uma crítica embutida, camuflada, que nega a diversidade. A natureza nos dá uma sábia lição, recusada nesses casos: a “biodiversidade”. Desculpem-me a metáfora perguntativa: por que será que entre milhares de tipos de feijão a oferta que nos é feita pelo comércio se restringe a poucas espécies? Por que será que entre as cerca de dois mil tipos de batata ficamos restritos a três ou quatro tipos? A natureza nos proporciona centenas e milhares de espécie, mas quem decide por nós nos oferece pouco, muito pouco, quase nada diante da biodiversidade.Também não podemos esquecer em que país vivemos e o contexto político que envolve decisões e compras centralizadas: favorecimento particular e a corrupção. Não posso afirmar que toda compra centralizada cheira à corrupção, mas esta é uma prática que sabemos grassar em abundância nas compras feitas centralizadamente. Compras feitas em alta escala e em grandes volumes assedia esse comportamento. O mercado editorial, composto por grandes editoras, algumas de capital estrangeiro, de olho gordo nessas compras centralizadas, composto por editoras de forte natureza nacionalista, por pequenas editoras e por românticos aventureiros que ousam publicar coisas fora do eixo centralizador, tem que lutar por essa “biodiversidade” de escolhas e compras. Tem que apostar que quem lê vai gostar – e muito – de aprender a escolher o que quer ler. Quem lê escolhe.Os criadores, autores, ilustradores e demais artistas da produção gráfica, terão muito mais prazer e alegria e liberdade em exercitar sua criatividade apostando na diversidade, sem ficar amarrado aos critérios claros – e  ocultos – do grupo sábio de especialistas que dizem o que deve ser lido, por imposição de sua escolha e da compra centralizada. Centros culturais, bibliotecas e escolas certamente sentir-se-ão sujeitos do seu processo de formação de leitores, pois que deste faz parte aprender a escolher. A leitura de um livro,a paixão pela leitura, começa antes da leitura propriamente dita. Começa lá atrás, no manuseio dos livros, na observação, no desejo de bisbilhotar, de procurar coisas oferecidas e no fortalecimento dos olhos, das mãos, do tato, do paladar e do cheiro do quese quer ler. Prazer que hoje fica restrito aos especialistas contratados para escolher o que os demais mortais comuns poderão – ou deverão – ler. Seria interessante se nós, interessados na democratização da leitura e do acesso à diversidade dos livros, colocássemos em nossa pauta de reflexão esta questão: quem lê escolhe.

EDSON GABRIEL GARCIA
Escritor e educador

quinta-feira, 23 de abril de 2015

SP: Dia mundial do Direito do Autor - 23 de abril

Caros colegas aeilijianos!

Parabéns! Muita força e coragem pra afastar as pedras do caminho e ir em frente nessa nossa jornada. Abração,

Regina Sormani

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

SP: Prêmio Barco a Vapor - Prazo prorrogado!

Olá parceiros queridos,

Informo que decidimos prorrogar o prazo de inscrições do 11º Prêmio Barco a Vapor até o dia 18 de fevereiro de 2015

Por isso, gostaríamos de contar novamente com vocês para divulgar essa mudança para o público.
Vocês poderiam, por favor, disparar a arte anexa para seus contatos?
Desde já agradeço por demais a colaboração de todos vocês.
Obrigada e bjs

Camila Vieira
SM Brasil

Rua Tenente Lycurgo Lopes da Cruz, 55 - Água Branca
05036-120 - São Paulo - SP

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

SP: São Paulo 461 anos!



Aniversário de Sampa - 461 anos - Parabéns!

COM SAMPA PARA SEMPRE NO MEU CORAÇÃO

Não nasci em São Paulo, mas moro aqui há muito tempo, mais do que o dobro do tempo que morei em Nova Granada, onde nasci.
Cheguei no início dos anos setenta, a ditadura comendo solto, o medo esparramado mordendo nossas vontades, as vozes ditas num tom menor, os olhos apertados diante do escuro. Vim, como muitos jovens do interior, em busca do sonho. O meu: escrever e publicar.
São Paulo entrou nas minhas veias e se instalou para sempre. Aqui fiz minha sonhada carreira e aqui nasceram meus filhos e, hoje, nascem os netos. Aqui, amei e fui amado - nas tantas formas de amor - por pessoas tantas e queridas. Aprendi que a vida é breve, mas intensa. Que quase tudo passa, menos o amor por esta metrópole imensa, maluca, agitada, múltipla, democrática em suas emoções.  
Sampa nada me pede, a não ser este tiquinho de amor cotidiano; e tudo me dá. Amo esta cidade em todos os seus defeitos, belezas, desarranjos, necessidades, possibilidades. Hoje, agora e para sempre. São Paulo é o alimento de minha alma humana.

Sampa, em dias de pouca água e luz, janeiro de 2015.

Edson Gabriel Garcia


quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

SP: 2015 vem aí!


Meus caros!!!

Que todos possamos , em 2015, colher os bons frutos daquilo que semeamos em 2014.
Aquarela sobre papel Fabriano Cotton, feita pelo ilustrador Gilbrto Marchi.
Mutos beijos,
Regina Sormani

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

SP: Carta da AEILIJ / SIB

LEIAM COM ATENÇÃO!!! ESTA MENSAGEM INTERESSA A TODOS.
Newsletter AEILIJ
Nº 11 * 23/out/2014
OS ESCRITORES E ILUSTRADORES DE LITERATURA PARA CRIANÇAS E JOVENS E AS ELEIÇÕES

A AEILIJ (Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil) representa centenas de autores por todo o Brasil. Somos uma entidade atuante nas feiras do mercado editorial e em inúmeros programas de incentivo à leitura de Literatura, além de atividades beneficentes e solidárias. Nós, autores de Literatura Infantil e Juvenil, dividimos nosso tempo entre o trabalho de criação de nossos livros e o de percorrer colégios e eventos culturais para incentivar crianças e jovens à leitura, não apenas de nossos livros em particular, mas da Literatura como um todo. E fazemos isso com frequência, sempre lutando pela justa remuneração nesse tipo de participação, e conquistando algumas vitórias no sentido da valorização do trabalho autoral. Há anos mantemos a campanha “Autor não é brinde”. Nosso sustento é extraído dos percentuais que ganhamos sobre as vendas dos livros, que nunca ultrapassam os 10% do preço de venda. São nossos Direitos Autorais garantidos por lei. São o que nos confere subsistência em troca de um trabalho árduo de criação e de difusão da Literatura em espaços culturais.

Em passado recente, por iniciativa de órgãos públicos e privados, nós, autores, nos sentimos extremamente apreensivos e ameaçados pelas propostas de revisão da Lei de Direito Autoral, que limitariam a possibilidade de dispormos de nossa produção, dando direito a outros de copiarem livremente nossos livros sem necessidade de licença ou pagamento. Sob o conceito vago de “papel social da arte”, nosso país ameaçou andar na contramão de sociedades mais dinâmicas, fato que desencorajaria e limitaria a produção de conhecimento e, principalmente, de Literatura, de forma livre e democrática.

Entendemos que o “papel social da arte” já é realizado através de editais municipais, estaduais e federais que têm por objetivo a aquisição de acervo para as bibliotecas públicas, estas sim, espaços que precisam ser reconhecidos e ocupados pela população brasileira. Nesse caso, temos percebido o volume cada vez menor de exemplares adquiridos e nos perguntamos: “Se tantas bibliotecas estão sendo instaladas, como é divulgado, não deveriam elas receber acervo?”

Agora, no calor das eleições, a AEILIJ vem convidar os candidatos aos mais altos cargos executivos do Brasil a aprofundar a questão acima e a trazer a público suas propostas com relação ao assunto.

A leitura no Brasil assiste a um momento generoso, em que jovens acorrem espontaneamente a eventos, como a recente Bienal do Livro de São Paulo, e se apresentam como leitores em diversos momentos de nossa vida social. Isso é efeito, entre outros fatores, do trabalho de décadas desses autores, que tanto se empenharam em aproximar a Literatura dos leitores, principalmente crianças e jovens. Acreditamos que a Literatura é um bem humano, que aprimora o espírito e a mente, bem como estimula a fraternidade entre as pessoas e a consciência crítica e cidadã de cada um.

Sem autores não há Literatura. A Literatura desapareceria. Ao atentarem contra a possibilidade de os autores tirarem sua subsistência de seu trabalho, privando-os de seus direitos autorais e confiscando suas obras, essas ações matarão a Literatura Brasileira.

Acreditamos também que uma eleição não deve se resumir ao denuncismo histérico, mas ao confronto de propostas, de projetos, de visões do Brasil.

É por isso que a ASSOCIAÇÃO DE ESCRITORES E ILUSTRADORES DE LITERATURA INFANTIL E JUVENIL pede a seus filiados, aos autores de Literatura de modo geral, e ao público que vê a importância da Literatura em nossas vidas e em nossa sociedade que privilegiem com seu voto os candidatos que apresentarem projetos claros, explícitos em relação à garantia da integridade dos direitos dos autores – os Direitos Autorais -, que se comprometam de fato com a democratização e a disseminação da Literatura bem como de todas as atividades culturais.

Pedimos também a todos os que concordarem com esta carta aberta que a compartilhem, disseminem, divulguem e defendam. Este documento têm o apoio da SIB (Sociedade dos Ilustradores do Brasil), que também representa centenas de autores ilustradores brasileiros, promove eventos, oficinas, exposições, cursos, fóruns, debates, entre outras atividades, colaborando institucionalmente pela arte narrativa visual em diversos segmentos e, em especial, nas publicações literárias de todo gênero.

AEILIJ
SIB

sábado, 11 de outubro de 2014

SP: Canto & Encanto da Poesia - Travessuras no céu

Travessuras no céu

O sol levantou cedinho
De bom humor,
Cheio de  amor.
Queria fazer um carinho,
Secar o orvalho da terra,
Esquentar cada cantinho.
Mas, será que ele podia?
O céu estava tão escuro
Que nem parecia dia...
O sol logo fez um furo
Numa nuvem encardida.
Buraco aqui, outro ali,
Fez cócegas na bandida
Até ela morrer de rir.
Foi aí que de repente
O céu parou de roncar,
 O sol se abriu a brilhar
E a terra acordou contente.

Regina Sormani 


Ilustração de Gilberto Marchi -
(Do livro REBENTA PIPOCA - Pioneira)

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

SP: Aos presidenciáveis e candidatos a cargos eletivos

OS ESCRITORES E ILUSTRADORES DE LITERATURA PARA CRIANÇAS E JOVENS E AS ELEIÇÕES

A AEILIJ (Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil) representa centenas de autores por todo o Brasil. Somos uma entidade atuante nas feiras do mercado editorial e em inúmeros programas de incentivo à leitura de Literatura, além de atividades beneficentes e solidárias. Nós, autores de Literatura Infantil e Juvenil, dividimos nosso tempo entre o trabalho de criação de nossos livros e o de percorrer colégios e eventos culturais para incentivar crianças e jovens à leitura, não apenas de nossos livros em particular, mas da Literatura como um todo. E fazemos isso, com frequência, voluntária e gratuitamente. Nossa remuneração é extraída dos percentuais que ganhamos sobre as vendas dos livros, que nunca ultrapassam os 10% do preço de venda. São nossos Direitos Autorais garantidos por lei. São o que nos confere subsistência em troca de um trabalho árduo de criação e de difusão da Literatura em espaços culturais.
Em passado recente, por iniciativa de órgãos públicos e privados, nós, autores, nos sentimos extremamente apreensivos e ameaçados pelas propostas de revisão da Lei de Direito Autoral, que limitariam a possibilidade de dispormos de nossa produção, dando direito a outros de copiarem livremente nossos livros sem necessidade de licença ou pagamento. Sob o conceito vago de “papel social da arte”, nosso país ameaçou andar na contramão de sociedades mais dinâmicas, fato que desencorajaria e limitaria a produção de conhecimento e, principalmente, de Literatura, de forma livre e democrática.
Agora, no calor das eleições, a AEILIJ vem convidar os candidatos aos mais altos cargos executivos e legislativos do Brasil a aprofundar a questão acima e a trazer a público suas propostas com relação ao assunto.
A leitura no Brasil assiste a um momento generoso, em que jovens acorrem espontaneamente a eventos, como a recente Bienal do Livro de São Paulo, e se apresentam como leitores em diversos momentos de nossa vida social. Isso é efeito, entre outros fatores, do trabalho de décadas desses autores, que tanto se empenharam em aproximar a Literatura dos leitores, principalmente crianças e jovens. Acreditamos que a Literatura é um bem humano, que aprimora o espírito e a mente, bem como estimula a fraternidade entre as pessoas e a consciência crítica e cidadã de cada um.
Sem autores não há Literatura. A Literatura desapareceria. Ao atentarem contra a possibilidade de os autores tirarem sua subsistência de seu trabalho, privando-os de seus direitos autorais e confiscando suas obras, essas ações matarão a Literatura Brasileira.
Acreditamos também que uma eleição não deve se resumir ao denuncismo histérico, mas ao confronto de propostas, de projetos, de visões do Brasil.
É por isso que a ASSOCIAÇÃO DE ESCRITORES E ILUSTRADORES DE LITERATURA INFANTIL E JUVENIL pede a seus filiados, aos autores de Literatura de modo geral, e ao público que vê a importância da Literatura em nossas vidas e em nossa sociedade que privilegiem com seu voto os candidatos que apresentarem projetos claros, explícitos em relação à garantia da integridade dos direitos dos autores – os Direitos Autorais -, que se comprometam de fato com a democratização e a disseminação da Literatura bem como de todas as atividades culturais.
Pedimos também a todos os que concordarem com esta carta aberta que a compartilhem, disseminem, divulguem e defendam.
AEILIJ